Antonio Leandro Fagundes Sarno, Advogado

Antonio Leandro Fagundes Sarno

Poções - Ba

Principais áreas de atuação

Comentários

(6)
Antonio Leandro Fagundes Sarno, Advogado
Antonio Leandro Fagundes Sarno
Comentário · há 8 anos
A intolerância religiosa, além de violar a própria Constituição, demonstra o desconhecimento da regra mais simples de toda a existência humana: NASCEMOS E MORREMOS IGUALMENTE.
Não há nenhuma religião que promova uma vida livre de doenças, de impostos a pagar (existe até uma que esfrega o Laudêmio na cara dos cidadãos, ainda que de outras religiões), de filas nos hospitais, de políticos corruptos (alguns inclusive religiosos), de pedágios, de ruas esburacadas, de falta de saneamento básico etc...
Jaime Balmes afirmou que "todos nascemos chorando, todos morremos suspirando; a natureza não faz distinção entre pobres e ricos, plebeus e nobres". Ora, se assim o é, não há nenhum ser humano que por seguir uma religião seja melhor que os outros, pois já disse um Rabino de Nazaré: Aquele que quiser tornar-se grande, seja esse que vos sirva.
Mas também não posso deixar de manifestar minha preocupação com o fato de que, diante de tantas atrocidades na sociedade brasileira como falta de hospitais, de educação com qualidade, de infraestrutura nos bairros mais carentes, falta de empregos dentre outras mazelas, os municípios e demais entes da federação ainda teimem em financiar eventos religiosos, violando frontalmente a laicidade estatal.
Não é raro ver, especialmente em pequenas cidades do Brasil, as prefeituras gastando milhões na contratação de artistas, som, palco, decoração etc... fazendo festas que acontecem paralelamente às festas religiosas dos "padroeiros" de seus municípios.
Sem contar que chega a ser desigual o tratamento dado pelas prefeituras aos seguidores das diversas religiões. Por exemplo: Gasta-se muito mais com eventos de padroeiros e marchas evangélicas do que com eventos de outras religiões, que muitas vezes não recebem sequer a água que consumirão em suas jornadas ou celebrações.
Patrocinar, com dinheiro público, eventos religiosos de padroeiros, marchas evangélicas ou qualquer outro, é uma falta de respeito com a sociedade brasileira, que respira os ares da diversidade religiosa e até da falta de religião.
Viva todas as religiões e seus seguidores, viva a falta da religião dos que não creem nela. Que as religiões vivam perto do coração das pessoas e longe, completamente longe dos cofres públicos.
1
0

Recomendações

(42)
Diniz Klein, Advogado
Diniz Klein
Comentário · há 5 anos
Trata-se de uma questão que deve ser analisada de forma dedutiva e indutiva. No plano dedutivo, vê-se nitidamente no pedido feito pelo presidente, um contumaz delinquente das normas públicas, o pisoteamento de um dos maiores princípios de um Estado Democrático de Direito, ou seja, a moralidade pública. O pedido do Presidente é um ataque rasteiro a tal princípio, pois quer vingar a prisão de um marginal que da gangue dele faz parte, o bandido Jefferson, um sujeito deprimente que não teria a menor cerimônia em derrubar o Estado Democrático de Direito para elevar o amigo do traficante Ronnie Lessa, Bolsonaro, ao cargo de Ditador do Brasil. Ou seja, o pedido passa longe das leis, ali passam como meros detalhes, o que está em jogo é uma quadrilha querendo ganhar espaço e se proteger usando aquilo que tal quadrilha não possui o menor apreço: as leis. É no mínimo vergonhoso um sujeito com centenas de impeachment pedir impeachment de alguém. Se tal cretino tivesse o mínimo de decência, como se vê em outros países, demitir-se-ia por si mesmo. No plano indutivo, o Supremo como representante de um Poder tem sim o direito de se proteger ante a inércia de um órgão vassalo ao Presidente, a PGR, ademais as posteriores atuações da PGR no referido processo sana a inércia inicial e valora o processo em sua magnitude, ou seja, o contraditório, respeitando regramento interno do STF. Ora, um sujeito que em sua vida sempre pregou o sangue, a morte, a perseguição aos inimigos ideológicos, explosões e até mafiosos ditadores, jamais deveria ser chancelado pela comunidade jurídica, mas não é de se espantar, também o mafioso regime de Hitler teve vários advogados satânicos para defendê-lo!
3
0

Perfis que segue

(112)
Carregando

Seguidores

(13)
Carregando

Tópicos de interesse

(109)
Carregando
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres

Outros advogados em Poções - Ba

Carregando